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		<title>Em obras</title>
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		<title>Alguns Porquês do Desenho na Sociedadepor Henrique de França (2008)</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emobras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A profundidade formal e expressiva que o desenho pode alcançar. O desenho, cuja inerente qualidade monocromática traz à sua visualidade um caráter de registro puro e direto de um pensamento atrelado a uma representação, se serve de traços sólidos que concretizam, sem relativismos esteticamente conceituais no tocante ao alcance de ideais gráficos academicamente condicionados, uma melhor [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emobras.wordpress.com&amp;blog=7572587&amp;post=13&amp;subd=emobras&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">A  profundidade formal e expressiva que o desenho pode alcançar. O desenho,  cuja inerente qualidade monocromática traz à sua visualidade  um caráter de registro puro e direto de um pensamento atrelado a uma  representação, se serve de traços sólidos que concretizam, sem relativismos  esteticamente conceituais no tocante ao alcance de ideais gráficos  academicamente condicionados, uma melhor adaptação ao sentido de que  a arte serve para transpor ao observador um relato de realidades a serem  intelectualmente trabalhadas, absorvidas e passadas adiante em forma  de ação conscienciosa e/ou factual. </span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Por  meio do desenho, o objetivo é tratado de forma mais crua, desvendando-se  no próprio traço, na proximidade da mão e do olhar do artista sobre  a superfície, sendo trabalhado e retrabalhado a partir de uma vivência  física que pode ser revisitada pelo observador em cada um de seus passos,  já que é impossibilitada a retirada de quaisquer de suas fases ou  procedimentos do resultado final.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Tematicamente  falando, quando o olhar social entra em ação, o assunto a ser tratado  pelo desenho ganha um valor documental que muito frequentemente é velado  em outras formas de expressão artística. No desenho, o tema torna-se  mais significativo, alvo de apreciação quase único e, portanto, tem  os seus domínios revelados de forma abertamente envolvente. Um meio  de representação que pressupõe a abordagem de um lado inquietante  da realidade, voltado para a ironia, para a sátira e para o que é  posto por baixo da sociedade; consequentemente, como forma de crítica  a algo corrente em seu meio, a fim de denunciar e transmitir a idéia,  através da arte, de que algo está errado.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">O  desenho social se imbui da possibilidade de obter uma série de analogias,  alegorias e símbolos a serem tomados a sério e de forma reflexiva,  numa busca de uma imagem essencial que signifique o olhar, a memória  e a consciência.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Um  artista voltado para o desenho tem, pois, uma série de questões e  conceitos a serem considerados e graficamente elaborados e articulados  a fim de estabelecer um acervo representacional pertinente e cognitivo  quanto ao seu próprio tempo.</span></p>
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</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emobras.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emobras.wordpress.com/13/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emobras.wordpress.com&amp;blog=7572587&amp;post=13&amp;subd=emobras&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pequena Narrativa sobre a Origem do &#8220;Em Obras&#8221; por Juliana Kase</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 20:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emobras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano de 2008 eu, Hélio Bartsch, Juan Castro, José Roberto Vazquez e Luiz Felipe Dib fizemos uma exposição coletiva na Passagem subterrânea da Av. Consolação, São Paulo. Pensando no que expor, o lugar nos colocou o problema, não se trata de um espaço convencional de exposições, um lugar fechado, um cubo branco. A passagem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emobras.wordpress.com&amp;blog=7572587&amp;post=7&amp;subd=emobras&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 2008 eu, Hélio Bartsch, Juan Castro, José Roberto Vazquez e Luiz Felipe Dib fizemos uma exposição coletiva na Passagem subterrânea da Av. Consolação, São Paulo. Pensando no que expor, o lugar nos colocou o problema, não se trata de um espaço convencional de exposições, um lugar fechado, um <a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.painel/leituras">cubo branco</a>. A passagem é um corredor, uma rua com teto e paredes. Tratamos do assunto em conversas coletivas, mas cada um buscou sua <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FEvp6bARloE">solução individual</a>.</p>
<p>Em 2009 Hélio e Juan enviaram projetos para expor individualmente na Passagem. Eu um pouco desanimada com o resultado do meu trabalho de 2008, a não percepção a longo prazo pelos passantes apressados, não enviei projeto. Os dois conseguiram um mês de exposição cada, mas queriam que mais pessoas participassem e ficaram talvez por meses falando comigo sobre o assunto. Realmente não tinha desejo de enfrentar o local novamente, mas ao mesmo tempo ele era um desafio, ficou me incomodando por dias. Em um deles, liguei para o Hélio apressadamente, era isso: realizar um trabalho mutante, que todos os dias fosse diferente, um desenho realizado por vários, que se revezariam todos os dias preenchendo a parede e depois apagariam da mesma maneira a parede. Pensando em retrocesso, o interesse de mostrar o processo do trabalho de arte e da ocupação efêmera de uma exposição já estava no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FEvp6bARloE">vídeo</a> da exposição de 2008.</p>
<p>Quando marcamos a primeira reunião, o Helio e Juan chegaram com mais 15 pessoas e o projeto cresceu. Um participante trouxe outro e a exposição será realizada em março e abril de 2010 com 30 artistas, que são amigos, colegas e desconhecidos entre si. Todos com produções individuais bem distintas das outras, vamos dialogar através da linguagem mais primordial da arte, o desenho.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emobras.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emobras.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emobras.wordpress.com&amp;blog=7572587&amp;post=7&amp;subd=emobras&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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